Governo pretende aumentar rentabilidade e permitir saques do FGTS

10 de maio de 2019, 12:35

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Os estudos do Ministério da Economia para mudar regras do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) incluem mexer nas alíquotas cobradas de trabalhadores e empregadores, também a possibilidade de sacar os recursos e ainda elevar a rentabilidade, afirmou nesta quinta-feira, 9, o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues. Segundo o secretário, será uma medida de médio prazo, mas ainda sem data para ser anunciada. “Para o FGTS, está sendo pensado passar por uma reforma, incluindo mudar a rentabilidade, que hoje é negativa”, afirmou Rodrigues a jornalistas, ao deixar o 31º Fórum Nacional, organizado pelo economista Raul Velloso, no Rio. Segundo o secretário, as mudanças no FGTS exigem mais tempo de planejamento porque o estoque do fundo é de cerca de R$ 500 bilhões, com impactos maiores na economia. A reforma faz parte de estudos sobre 128 fundos públicos. Como antecipou o Estadão/Broadcast semana passada, a liberação de saques do PIS/Pasep poderá estar pronta em quatro meses, segundo o secretário. Mais cedo, Rodrigues disse que poderiam ser liberados de R$ 21 bilhões a R$ 22 bilhões do PIS/Pasep.

Estadão Conteúdo

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